Psicóloga / Psicanalista Flavia Bonfim - Atendimento - Cursos - Eventos - Textos
Contatos: (21) 98212-6662 / 2613-3947 (Secretária eletrônica)

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

SEMINÁRIO “PSICANÁLISE EM PESQUISA” - UFF (NITERÓI/RJ)

O SPA/UFF

E O CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO
PSICANÁLISE E LAÇO SOCIAL

CONVIDAM PARA O SEMINÁRIO
“PSICANÁLISE EM PESQUISA”

Coordenação Angela Bernardes



26 DE OUTUBRO
KAKON: passagem ao ato e responsabilidade na psicose
CARLOS COSTA

16 DE NOVEMBRO
Libido e Angústia na Obesidade
CRISTIANE MARQUES

23 DE NOVEMBRO
O Problema da primazia do falo na diferenciação dos sexos
FLÁVIA BONFIM




Local: CAMPUS DO GRAGOATÁ
BLOCO N – SALA 544 – 09:00 HORAS

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Seminário de Psicanálise com Jean-Michel Vivès - Corpo Freudiano - RJ

Seminário da Escola Brasileira de Psicanálise (EBP-Rio) - Niterói/RJ


O seminário da EBP realizado em Niterói, coordenado por Ana Lúcia Garcia convida para a palestra com o psicanalista Carlos Eduardo Leal.

Proposta:

Tema: A Testemunha: a angústia de ter visto mais do que devia

"O que chamava de crise viera afinal. E sua marca era o prazer intenso com
que olhava agora as coisas, sofrendo espantada." Clarice Lispector

"Para a mulher, a pulsão epistemofílica parece estar em descompasso com a
pulsão escopofílica. Este "dar a ver" é muito mais uma pulsão invocante do
desejo de saber, do que um teatro propriamente dito aberto ao Outro. Este
desejo de saber tange ao "ser amada" e se dilui numa insatisfação do desejo.
A peça teatral muitas vezes é insuficiente, e a mulher sabe disso, mas nega
(recalca) este saber em nome de se querer saber feminina. Ser mulher é outra
coisa. Outro gozo. Lacan nos diz que A Mulher não existe. Em Clarice
Lispector, nos dois textos que vamos discutir, a autora irá mostrar como que
esta visão a-mais, coloca suas personagens numa atopia futura em relação ao
que elas um dia foram. No Informe sobre Daniel Lagache (Escritos), Lacan faz
uma observação sobre a entrada do real em cena: "uma desestabilização no
imaginário, produz uma ruptura no simbólico, fazendo emergir o real". E o
nome desta atopia também é a angústia: olhos arrancados da cômoda
estabilidade do imaginário por uma quebra produzida por um estranho
encontro." (CARLOS EDUARDO LEAL)
Referências:
Lacan, J. O seminário. Livro X - "A angústia entre o gozo e o desejo", in A
angústia. J. Zahar Editor
Lispector, C. Amor, in Laços de Família. Contos. Ed. Rocco
Lispector, C. A Paixão Segundo G.H. Ed. Rocco

Terça-feira, dia 25 de outubro às 20:30.
Rua Lemos Cunha, 442 - Icaraí - Niterói/RJ.
Entrada franca!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Seminário de Pesquisa na Especialização de Psicanálise da UFF (Niterói)

O SPA - SERVIÇO DE PSICOLOGIA APLICADA – UFF

E O CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO
"PSICANÁLISE E LAÇO SOCIAL"


CONVIDAM PARA A PALESTRA:

KAKON: PASSAGEM AO ATO E



 RESPONSABILIDADE NA PSICOSE.


COM CARLOS COSTA



26 DE OUTUBRO – QUARTA-FEIRA - 9:00HS

UFF (Niterói) - CAMPUS DO GRAGOATÁ – BLOCO N – SALA 544

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Lançamento do Livro "Vida de Lacan" - EBP/RIO

Atividade da Diretoria - Biblioteca
Seção-Rio


Lançamento do Livro "Vida de Lacan", de Jacques-Alain Miller.
6ª feira, dia 14 de outubro às 18:00
Local: Seção Rio - Rua Capistrano de Abreu nº 14 - Botafogo - RJ - Tel.: ( 21) 2539-0960
  
 "A Seção Rio convida a todos para o lançamento deste livro, que faz uma homenagem a Lacan,  no momento em que lembramos os trinta anos de sua morte. Depois de tantos anos dedicados ao seu ensino, Miller decide que é o momento de falar da pessoa de Lacan. Nas suas palavras: "Penso ter algo a dizer do homem de conheci, algo que não seja indigno da alta estatura de seu ensino".

                   Depois do debate faremos um brinde! Não perca!


    Convidados: Ondina Machado e Stella Jimenez
                  Coordenação:  Andréa Reis Santos




Comissão de Biblioteca: Andréa  Reis Santos (diretora), Ana Tereza Groisman, Angélica Bastos, Lourenço Astúa de Moraes, Márcia Zucchi e Naiana Cordeiro.


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Colóquio EBP/RJ

Colóquio da EBP-Rio
"Sem pé nem cabeça: Como ler o sintoma no século XXI." Lendo o sintoma.

SÁBADO, 5 DE NOVEMBRO DE 2011
CONVIDADO INTERNACIONAL: SERGE COTTET
EBP Rio: Rua Capistrano de Abreu, 14 – Botafogo – Rio de Janeiro - (21) 2539-0960

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Exibição e debate do filme "O homem do lado" - EBP/RJ

Atividade da Diretoria - Biblioteca
Seção-Rio


Em sintonia com o debate em torno do tema do próximo Congresso da AMP sobre "A ordem simbólica no século XXI", A biblioteca da Seção Rio convida para a exibição do filme "O homem ao Lado" dos diretores Mariano Cohn e Gantón Duprat      (Argentina,2009)

6ª feira, dia 30 de setembro às 18:00
Local: Seção Rio - Rua Capistrano de Abreu nº 14 - Botafogo - RJ
  
Convidados:  Maria Isabel Lins  e  Rodrigo Lyra
                                                                               Coordenação:  Naiana Cordeiro


Bibliografia Sugerida:    Lacan, Seminário 11 (Lições 6, 7, 8 e 9)
                                              Wajcman, L'Oeil Absolu 

Comissão de Biblioteca: Andréa  Reis Santos (diretora), Ana Tereza Groisman, Angélica Bastos, Lourenço Astúa de Moraes, Márcia Zucchi e Naiana Cordeiro.



terça-feira, 20 de setembro de 2011

COLOQUIO: O QUE ENSINA A PSICANÁLISE, COMO ENSINÁ-LO? ICP-EBP/RJ


COLOQUIO
O QUE ENSINA A PSICANÁLISE, COMO ENSINÁ-LO?


“O que eu ensino, salta aos olhos que se relaciona com o que se chama de experiência psicanalítica”(Lacan, J. Meu ensino, sua natureza e seus fins in: Meu ensino, 1967/2006, p.81).


Coordenação: Maria Silvia Garcia Fernández Hanna, Maria do Rosário do Rego Barros, Maria Inês Moura Lamy e Rodrigo Abecassis




 A pergunta do título do Colóquio extraída do escrito de J. Lacan intitulado “A psicanálise e seu ensino” é um convite a falar sobre o tema a partir da experiência de cada um nos diferentes lugares que ocupamos, seja como ensinantes ou como ensinados, no Instituto, na escola, na universidade, na saúde mental, com o objetivo de  encaminhar as respostas que damos às dificuldades e os limites nos dias de hoje.
Para encaminhar nossa questão situamos como ponto de partida que tanto o objeto quanto as modalidades do ensino  compartilham uma mesma estrutura que não é outra que a hiância que emerge na distância entre o significante e o significado, entre a letra e o sentido, entre a fala e a escrita.

Modalidade do trabalho:
Partiremos de alguns recortes das três conferências de j. Lacan pronunciadas no ano 1967 e compiladas no livro “Meu ensino” que faz parte da série Paradoxos de Lacan que serão previamente comentados de forma escrita por alguns colegas e divulgados com antecedência.
Todos os inscritos no Colóquio serão sorteados para compor cartéis fulgurantes de um dia. Também por sorteio será escolhido o texto do qual cada cartel se encarregará. Nomes e textos e endereços para o encontro dos cartéis serão anunciados dia 21 de setembro, quarta-feira, via internet.
O encontro dos cartéis será no dia 01 de outubro, sábado, e terá a duração de 2 horas e meia em local próximo à Seção (bares, consultórios, casas). Cada cartel escolherá o +1 do cartel e um relator que apresentará os pontos interessantes da discussão.
Todos os participantes retornarão à Seção (Rua Capistrano de Abreu 14 Humaitá)  às 11:30 h para compartilhar um lanche e logo depois será realizada a apresentação dos relatórios a partir dos quais haverá  discussão ampliada.  O término do trabalho está previsto para as 14:00h.

Aqueles que puderem oferecer endereços (residências ou consultórios) próximos à Seção para o encontro dos cartéis, por favor, avisem no ato da inscrição.

Textos que serão discutidos nos cartéis:

Lacan, J “Lugar, origem e fim do meu ensino” In: Meu ensino, RJ. Jorge Zahar Ed. 2006.
Lacan, J “Meu ensino, sua natureza e seu fins” in: Meu ensino, RJ. Jorge Zahar Ed.2006.
Lacan, J  “Então, vocês terão escutado Lacan” In: Meu ensino, RJ. Jorge Zahar Ed. 2006.


Outros Textos de referência:

Lacan, J “O ensino da psicanálise” In: Escritos, RJ. Jorge Zahar Ed.
Lacan, J  “Alocução sobre o ensino” In: Outros Escritos, RJ. Jorge Zahar Ed.
Miller J A Seminário “Coisas de fineza” aula IX.
Miller J A Seminário sobre a obra de Lacan Aula I ano 2011.

Textos produzidos por integrantes da Comissão organizadora:
Hanna, M. S. G. F “ O que ensina a psicanálise” (relatório apresentado na Reunião dos Institutos do Brasil ano 2011). Disponível na Biblioteca da Seção RJ-
Abecassis, R. “Considerações sobre o ensino da psicanálise” (disponível na Biblioteca da Seção RJ)



Inscrições até dia 19 de setembro, segunda-feira, pelo endereço: ebprio@ebprio.com.br
O valor da inscrição será: R$ 10,00

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

"A epidemia da doença mental" - Revista Piauí

A epidemia de doença mental

Por que cresce assombrosamente o número de pessoas com transtornos mentais e de pacientes tratados com antidepressivos e outros medicamentos psicoativos.
 
Considero essa reportagem uma leitura fundamental aos psicólogos e estudantes de psicologia, seja qual for a abordagem.
Segue abaixo alguns trechos da reportagem:
 
" O que está acontecendo? A preponderância das doenças mentais sobre as físicas é de fato tão alta, e continua a crescer? Se os transtornos mentais são biologicamente determinados e não um produto de influências ambientais, é plausível supor que o seu crescimento seja real? Ou será que estamos aprendendo a diagnosticar transtornos mentais que sempre existiram? Ou, por outro lado, será que simplesmente ampliamos os critérios para definir as doenças mentais, de modo que quase todo mundo agora sofre de uma delas? E o que dizer dos medicamentos que viraram a base dos tratamentos? Eles funcionam? E, se funcionam, não deveríamos esperar que o número de doentes mentais estivesse em declínio e não em ascensão? Essas são as questões que preocupam os autores de três livros provocativos, aqui analisados. Eles vêm de diferentes formações: Irving Kirsch é psicólogo da Universidade de Hull, no Reino Unido; Robert Whitaker é jornalista; e Daniel Carlat é um psiquiatra que clinica num subúrbio de Boston."

[....]

"Quando se descobriu que as drogas psicoativas afetam os níveis de neurotransmissores, surgiu a teoria de que a causa da doença mental é uma anormalidade na concentração cerebral desses elementos químicos, a qual é combatida pelo medicamento apropriado.
Por exemplo: como o Thorazine diminui os níveis de dopamina no cérebro, postulou-se que psicoses como a esquizofrenia são causadas ​​por excesso de dopamina. Ou então: tendo em vista que alguns antidepressivos aumentam os níveis do neurotransmissor chamado serotonina, defendeu-se que a depressão é causada pela escassez de serotonina. Antidepressivos como o Prozac ou o Celexa impedem a reabsorção de serotonina pelos neurônios que a liberam, e assim ela permanece mais nas sinapses e ativa outros neurônios. Desse modo, em vez de desenvolver um medicamento para tratar uma anormalidade, uma anormalidade foi postulada para se adequar a um medicamento.
Trata-se de uma grande pirueta lógica, como apontam os três autores. Era perfeitamente possível que as drogas que afetam os níveis dos neurotransmissores pudessem aliviar os sintomas, mesmo que os neurotransmissores não tivessem nada a ver com a doença. Como escreve Carlat: “Por essa mesma lógica, se poderia argumentar que a causa de todos os estados de dor é uma deficiência de opiáceos, uma vez que analgésicos narcóticos ativam os receptores de opiáceos do cérebro.” Ou, do mesmo modo, se poderia dizer que as febres são causadas pela escassez de aspirina.
Mas o principal problema com essa teoria é que, após décadas tentando prová-la, os pesquisadores ainda estão de mãos vazias. Os três autores documentam o fracasso dos cientistas para encontrar boas provas a seu favor."

Jornada de Cartéis da EBP-Rio

PSICANÁLISE & CINEMA - Filme DOGVILLE

Jornada da Praxis Lacaniana - O sintoma na psicanálise

CONVOCATÓRIA:

O sintoma na psicanálise

"A psicanálise não surge num momento histórico qualquer, aparece em correlação a um passo: certo avanço do discurso da ciência moderna. O efeito do ato de Freud, de sua descoberta do inconsciente diz respeito a uma disjunção fundamental entre ser e pensamento, um corte radical que incide no sujeito do cogito cartesiano.

A partir da clínica das neuroses (histeria, obsessão e fobia), Freud situou que a formação de sintoma ocorre no ponto de cisão e se constitui como satisfação substitutiva diante da perda de ser que o sujeito sofre por sua entrada na linguagem e por estar submetido ao significante. Portanto, por ser falante e sexuado, o sujeito está defrontado com a impossibilidade de que haja um saber padronizado e normativo sobre o sexo. Afinal, no quê, em suma, está fundada a descoberta freudiana, senão nessa apreensão fundamental de que os sintomas do neurótico revelam uma forma desviada de satisfação sexual? Os sintomas são formações do inconsciente e, enquanto tal, dizem que há uma intrusão do real.

A função da repetição, em sua articulação com o sintoma, diferencia a experiência do sujeito dividido do da histerização do discurso. A rememoração histérica que possibilitou a descoberta da psicanálise não situa a mesma divisão do sujeito pelo significante que a repetição enquanto função. Esta coloca uma constante de gozo que situa o sujeito no inconsciente e o sintoma analítico, como mais gozar.

O lugar do sintoma na psicanálise diz da singularidade do sujeito do inconsciente, já que ele não é nem alheio, nem independente de seu sintoma. Há uma identificação necessária do sujeito a seu sintoma e é com isso que há possibilidade de análise. Portanto, o lugar do sintoma na psicanálise é diferente da pluralidade de uma constelação sintomática. O sintoma é o encontro do sujeito com algo impossível de dizer e com o que não anda, que vem do real. Não se trata, portanto, da realidade social nem da genética.

Nessa direção, dizemos que o analista faz parte do sintoma e que a própria psicanálise é um sintoma. Isto tem lógica pelos efeitos de um discurso que não toma o sintoma como um incômodo ou moléstia com o qual o sujeito nada tem a ver, mas sim o toma como o que diz respeito à ação do significante sobre o sujeito, uma vez que o sujeito está representado por um significante para outro significante. Se há sujeito, há sintoma. Não há, consequentemente, como evitar o domínio do significante. É nesse sentido que podemos dizer que a política da psicanálise é o sintoma.

Iniciaremos a Jornada com uma palestra que terá como tema “O que não cessa de se escrever do sintoma” ministrada por Isabel Martins Considera. Em seguida teremos diversos trabalhos apresentados em mesas de debate. Contamos ainda com a participação de colegas de outros campos de saber para trabalhar o tema.

Convidamos os interessados para discutir conosco as questões cruciais referentes ao tema, como: o sintoma histérico; o sintoma obsessivo; o sintoma fóbico; sintomas e fenômenos psicóticos; o fenômeno psicossomático; os caminhos da formação do simbólico; o sintoma analítico; o mais gozar com o sintoma; o traço unário com o sintoma; a mulher como sintoma do homem; os nós de letra do sintoma; sintoma e devastação; o que não cessa de se escrever no sintoma; do sintoma ao sinthoma; e, outros."

Lançamento "ANDAMENTO DO ICP" - EBP-Rio


PUBLICAÇÃO "ANDAMENTO DO ICP"

Caminhos da estabilitação na psicose

Mesa redonda: Estabilização e nomeação

9 de setembro, às 18 horas

Local: EBP-Rio - Rua Capistrano de Abreu, 14 - Botafogo - RJ

sábado, 3 de setembro de 2011

CURSO DE EXTENSÃO: Psicanálise com idosos (UERJ)

CURSO: PSICANÁLISE COM IDOSOS

Inscrição:
Inscrições Somente no Local.
Período de Inscrição: 17/06/2011 a 08/09/2011

Objetivo:
Fornecer aos participantes subsídios teórico-clínicos que contribuam para a capacitação de profissionais da área a uma escuta diferenciada e afinada com as questões de manejo próprias ao trabalho psicanalítico com idosos.

Público alvo:
Psicólogos, Médicos e estudantes dos quatro últimos período destes cursos que se interessem pela prática psicanalítica com idosos.

Documentação:
- Xerox da identidade;
- Xerox do diploma ou cópia da carteira do CRP ou CRM;
- Declaração da Instituição de Ensino para estudantes.
(a documentação deverá ser apresentada no primeiro dia de aula)

Local do curso:
Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã, Pavilhão João Lyra Filho, 1º andar, bloco E.
Carga Horária:
40 h/a
Horário:
18h30 às 21h (quintas-feiras).
Período de realização do curso:
18/08/2011 a. 01/12/2011

Programa:
 A velhice como construção na contemporaneidade: aspectos sociais e históricos;
- A chegada ao tratamento. As entrevistas iniciais: as recorrentes queixas de depressão, quedas, déficit de memória, lapsos de linguagem. O discurso médico e o discurso psicanalítico;
- Noções psicanalíticas I - O campo do narcisismo, o estádio do espelho: eu ideal, ideal do eu, supereu e a divisão subjetiva;
- Noções psicanalíticas II - Transferência, Inconsciente, Repetição e Pulsão;
- Noções psicanalíticas III - A realidade psíquica e o trabalho de análise: trabalho de elaboração (Durcharbeitung) e construção em análise na clínica de Freud;
- A posição de Freud sobre a psicanálise com idosos em 1905 e em 1937;
- Psicanálise e morte: nossa atitude para com a morte e a transitoriedade;
- Envelhecimento, sentimento de estranheza, solidão e isolamento;
-Trabalho de luto, melancolia e os estados depressivos;
- A direção do tratamento.

Coordenação:
Glória Maria Castilho

Investimento:
À Vista:
R$ 648,00 (já com 10% de desconto) até 12/08/10

Parcelado:
01 parcela de R$ 180,00 no ato da matrícula, até 12/08/10 + 03 parcelas de R$ 180,00 com vencimentos para 15/09/10, 15/10/10 e 15/11/10.

Contato:
Local de inscrição:
CENTRO DE PRODUÇÃO DA UERJ
Rua São Francisco Xavier, 524
Maracanã, Rio de Janeiro, RJ
1º andar, Bloco A, Sala 1006
CEP: 20559-900
Horário de atendimento na Recepção: de 2ª a 6ª feira, das 9h às 18h
Teleatendimento: (21) 2334.0639 de 2ª a 6ª feira, das 8h às 19h
E-mail: cepuerj@uerj.br.

Jornada de Psicanálise na FAMATH (Niterói/RJ)

III JORNADA DE PSICANÁLISE DA FAMATH


"A INVENÇÃO DO AMOR NO SÉCULO XXI"



DIA 15 DE SETEMBRO

LOCAL: FAMATH - NITERÓI/RJ

Rua Visconde de Rio Branco, 869, São Domingo, Niterói/RJ

Mais informações no site:

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

LATUSA DIGITAL - Nº 44/45 Março a Junho de 2011


Já é possível conferir o novo número da Revista Latusa Digital!
Segue abaixo o Editorial escrito por Ondina Machado, bem como os títulos do trabalhos e o link de acesso aos artigos completos.


EDITORIAL

"Latusa Digital tem como linha editorial divulgar aquilo que é produzido na Seção Rio. Seu material é fruto da seleção de textos enviados espontaneamente e através de uma busca ativa nas atividades da nossa comunidade. Com isso temos, no presente número, um mix de autores tarimbados e suas articulações originais e as não menos originais produções de novos autores.  Esta mistura tem caracterizado nossa Seção, sendo responsável nos últimos anos por sua efervescência.

Contamos com 2 textos que fazem a interface da psicanálise com o direito. O primeiro é de Romildo do Rêgo Barros que, apesar de escrito em 2006, ainda não havia sido publicado. Sua atualidade foi demonstrada ao ser trabalhado no evento Rio Americano, preparatório para o V Enapol. São reflexões sobre o universal da lei e o particular de sua aplicação. O segundo é de Christiane Zeitoune que nos traz parte da pesquisa que serviu de base para sua tese de doutorado. Nele a autora nos apresenta suas hipóteses sobre a incidência de atos infracionais cometidos por adolescentes.

Outro texto provocado pelo evento Rio Americano, desta feita ocorrido na Mediateca da Maison de France, é o de Paula Borsoi. O impactante massacre ocorrido numa escola em Realengo no começo do ano é o eixo das considerações a respeito da participação do analista na contingência de uma tragédia.

Em Cisne Negro, Sandra Viola nos apresenta uma análise das implicações do relacionamento mãe e filha nos destinos da jovem bailarina protagonista do filme.

Os 2 textos seguintes foram extraídos da brochura feita por ocasião da Jornada de Encerramento da turma de 2007-2010 do Instituto de Clínica Psicanalítica – ICP.  Suas autoras são Mariana Mollica e Joana Maia Simoni que gentilmente se dispuseram a reduzir seus trabalhos e retirar os casos clínicos para que pudesse entrar na edição digital de Latusa. Mariana faz um estudo criterioso da clínica diferencial, enquanto Joana nos apresenta um ensaio sobre o desafio de uma mulher escrever um romance erótico que resulta num clássico da literatura francesa.

Também nas Seções mantivemos a matéria prima da Seção Rio. Com uma resenha do texto Efeito do retorno à psicose ordinária, Cristina Frederico nos ajuda a extrair as conseqüências clínicas deste sintagma sem, contudo, usá-lo como um refúgio de nossa ignorância. Ao escrever sobre o filme O pecado de Hadewijch, Stella Jimenez nos mostra o amor místico na sua vertente de apaziguamento e na de angústia. Já Maria Lúcia Celestino toma o elogiadíssimo filme Incêndios à luz do romance familiar.

Sem pretender o prestígio de um queijo com goiabada ou uma cachaça com limão, esperamos proporcionar-lhes a mesma satisfação."


Ondina Machado

TRABALHOS:

1) A prática psi como suplemento do sistema judicial - Romildo do Rêgo Barros
2) A Loucura que estrutura e a passagem ao ato - Paula Borsoi
3) Cisne Negro: fora de cena - Sandra Viola
4) O ato infracional e os impasses da sexuação na adolescência - Christiane da Mota Zeitoune

5) Indicações topológicas sobre o corte analítico: em busca da ética na clínica diferencial - Mariana Mollica
6) Do masoquismo da mulher ao semblante - Joana Maia Simoni

TRABALHOS ONLINE http://www.latusa.com.br/latusa_revista_digital_44_45.html

domingo, 28 de agosto de 2011

CONLAPSA - Trabalho: "O falo, a comédia e o semblante na relação sexual"



CONLAPSA - VII Simpósio do Praograma de Pós-Graduação em Psicanálise da UERJ

Trabalho: "O falo, a comédia e o semblante na relação sexual"

Autoras: Flavia Bonfim e Ana Costa (professora da UERJ) 

Resumo:

Levando em consideração o testemunho na clínica do mal-estar que permeia os encontros amorosos, temos como proposta discutir o lugar do falo enquanto um terceiro termo que faz funcionar e põe obstáculo à relação sexual. Para tanto, nos apoiaremos nas formulações de Lacan a respeito do falo e sua relação com o cômico e o semblante na relação entre os sexos, tomando como referência o Escrito “A significação do falo”, o Seminário 5 e o Seminário 18 – evocando, assim, diferentes momentos do ensino lacaniano no qual esta temática perpassa. Lacan chama atenção para o fato de que o sujeito frente à abolição do instinto (pré-determinante do comportamento macho ou fêmea) tem como recurso servir-se de manifestações típicas ou idealizadas da posição de cada sexo – um parecer homem ou mulher, que acabam por desembocar no risível dado o descompasso na relação entre os sexos.  Fazer referência ao cômico, contudo, não é ignorar o profundo drama, e muitas vezes a tragédia, que permeia certas relações humanas. Nesse sentido, Lacan nos lembra que o cômico não deixa de estar ligada à tragédia, visto que existe o tragicômico e na medida em que na antiguidade uma comédia sempre completava uma trilogia trágica. Se o encontro entre o sexos têm algo de risível, é porque identificamos a posição particular do homem e da mulher em lidar com o impossível da relação sexual, no qual o falo se inscreve como único significante estruturador da sexualidade. Diante deste impossível, temos o semblante como um efeito quer no plano da imagem, quer no plano do significante, que busca dar conta do real – enquanto o que resiste no sexual – visto que não podemos nomeá-lo.  O semblante tenta articular um sentido, uma aparência, ali onde não há sentido, onde é puro real. Precisamente, podemos dizer que o semblante é da ordem da tentativa de encontrar recursos para lidar com o lado insuportável da disjunção entre homens e mulheres, com o lado insuportável da ausência de relação sexual, no qual o amor se inscreve como suplência.

Palavras-chaves: Falo. Comédia. Semblante. Relação sexual. Real.

sábado, 20 de agosto de 2011

XIII JORNADAS DE FCCLRJ - A CLÍNICA DO ATO


XIII Jornadas Formações Clínicas do Campo Lacaniano
" A CLÍNICA DO ATO" de 25/11 a 27/11/11


Local:
Hotel Novo Mundo
Praia do Flamengo, 20
Rio de Janeiro, Brazil


Datas e valores para inscrições
Até 15/08
estudante de graduação - 90,00
membro e participante - 150,00
profissional - 170,00

Até 30/09
estudante de graduação 110,00
membro e participante - 170,00
profissional - 190,00

Até 15/11
estudante de graduação 130,00
membro e participante - 190,00
profissional - 210,00

No local
estudante de graduação - 160,00
membro e participante - 220,00
profissional - 250,00

Informações: Rua Goethe, 66, Botafogo - mail : secretaria@fcclrio.org.br
telefone: 21 2537 1786 / 2286 9225
Secretária : Célia Silva
Depósito: Banco Itaú, agência 8598 ,cc: 06617-6
Inscrições realizadas por conta bancáriai precisam ser confirmadas por via e-mail.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Escola Brasileira de Psicanálise - AGENDA - AGOSTO DE 2011:

Agenda  - Agosto  de 2011

SEMINÁRIO DE ORIENTAÇÃO LACANIANA


Dia 01 de Agosto, segunda-feira, às 21h
Cartelizantes: Angela Bernardes, Angela Negreiros, Maria Silvia Hannah, Paulo Vidal, tendo como mais-um Stella Jimenez.

A exposição da quarta aula do seminário de 2011 de J. Miller partirá de sua proposta de leitura da obra de J. Lacan que implica em contemplar os pontos em que o pensamento lacaniano evita algo. Essa ideia extraída e desenvolvida por J. Lacan a partir de Spinoza para pensar o real como “aquilo que sempre retorna ao mesmo lugar”, será o ponto de destaque para conversar sobre os conceitos tal como os lemos e transmitimos hoje a psicanálise na orientação lacaniana.

Maria Silvia Garcia F. Hanna
SEMINÁRIO DE ORIENTAÇÃO LACANIANA
Dia 15 de agosto, segundas-feiras, às 21h
Cartelizantes: Angela Bernardes, Angela Negreiros, Maria Silvia Hannah, Paulo Vidal, tendo como mais-um Stella Jimenez.


Atenção: as pessoas interessadas em participar do Seminário deverão se inscrever enviando um email para biblioteca@ebprio.com.br, assim receberão as aulas do curso de J-A. Miller.
ENCONTRO COM A CLÍNICA DO AUTISMO
Dia 06, sábado, às 9h
  
Coordenação: Maria do Rosário Collier do Rêgo Barros e Paula Borsoi

Será trabalhada a Conferência sobre o autismo de Éric Laurent de junho deste ano realizada no Rio de Janeiro. Um caso será apresentado por Francisca Menta. Os interessados deverão pegar cópia do texto na Biblioteca da Seção Rio à partir de 1/8. 
ATIVIDADE DA BIBLIOTECA 
Dia 12, sexta-feira, às 18h
MESA DE PASSE
Dia 22, segunda-feira, às 21h

Coordenação: Ana Lucia Lutterbach Holck
PROCURA-SE CARTEL
Dia 25, quinta-feira, às 17h
 
CICLO DE ENCONTROS - VIII CONGRESSO DA AMP 
Dia 29, segunda-feira, às 21h

Primeira noite preparatória
Coordenação: Vanda Assumpção Almeida

terça-feira, 19 de julho de 2011

"Psicanálise e Reabilitação Física" - Trabalho da "5 Mostra Regional de Práticas em Psicologia"

Nesta sexta-feira, dia 22 de julho, as 17 horas (mesa 4) estarei apresentando um trabalho na "5 Mostra Regional de práticas em Psicologia" sobre minha experiência em instituição de reabilitação. Quem estiver por lá, fica o convite!

Abaixo, segue o Título e o resumo da apresentação. 








Psicanálise e Reabilitação Física:
considerações sobre a especificidade de uma prática institucional.


Resumo:

Este ensaio é fruto da experiência de trabalho desenvolvido na Associação Fluminense de Reabilitação (AFR) e se insere na tentativa de articular Psicanálise e Reabilitação Física, de modo a apresentar considerações sobre a especificidade desta prática institucional. A proposta de trabalho no campo da reabilitação é realizada por meio de equipe multidisciplinar e baseia-se em um modelo adaptativo, tendo como objetivo propiciar que a pessoa com deficiência “compreenda e aceite” sua limitação e adquira “comportamentos” necessários para sua integração na sociedade – muitas vezes sem abrir espaço para a particularidade do sujeito, pois trata da mesma forma e possui as mesmas expectativas de respostas em todos os casos.   Tendo em vista que cada sujeito tem uma relação subjetiva própria com seu corpo, logo, reage e lida de maneira particular com o adoecimento, a psicanálise se insere na tentativa de conferir uma escuta e uma forma de abordar o paciente balizada pela ética psicanalítica que não olha o doente, mas o sujeito, o particular. Podemos apontar que o trabalho analítico mostra-se como um convite para que sujeito formule uma questão que vá além de sua patologia e isso implica em um esboço de subjetivação a respeito da enfermidade que lhe acomete. A escuta destinada a esses pacientes leva em consideração que o comprometimento do corpo se apresenta para o sujeito como uma perda de objeto e como conseqüência não é difícil constatar reações psíquicas que vão do luto à depressão. Nesse sentido, a função do psicólogo neste campo acaba tendo em seu horizonte o favorecimento do processo de elaboração das perdas, além de produzir deslocamentos sobre um possível congelamento e restrição da identidade do sujeito aos significantes “doente”, “deficiente” – indo, portanto, na contramão de uma prática normatizadora.

Palavras-chaves: Psicanálise. Reabilitação física. Instituição. Luto.

sábado, 9 de julho de 2011

Mesa redonda: Desafios da Psicanálise Aplicada ao Campo da Medicina



O Instituto Sephora de ensino e pesquisa de orientação lacaniana convida psicanalistas, psicólogos e estudantes de psicologia para a Mesa Redonda:



Desafios da Psicanálise Aplicada ao Campo da Medicina

23 de julho de 2011 – Auditório do Hospital Copa D’Or (Rua Figueiredo Magalhães, 875 - Copacabana)

Programa do evento:

9:00h – 10:30h - Escuta Psicanalítica no Hospital Geral
§  Tania Coelho dos Santos (debatedora) – Presidente do ISEPOL, Psicanalista membro da Escola Brasileira de Psicanálise/AMP, Pós-doutorado no Département de Psychanalyse de Paris VIII, Professora Associada III do Programa de Pós-graduação em Teoria Psicanalítica/UFRJ, Pesquisadora do CNPq.
§  Fernanda Saboya (expositora) – Psicóloga chefe do Hospital Copa D’Or, Especialista em psicologia médica.
§  Lucia Helena Cunha (expositora) – Psicanalista, Mestre em Ciências na área de Saúde Mental/ENSP; Profa. Adjunta na UNIFESO/Teresópolis, Psicóloga no Hospital das Clínicas de Teresópolis/RJ.
                                                                                                                                              
10:30h – 11:00h
Coffee Break

11:00h – 12:30h - Clínica da Obesidade
§  Tania Coelho dos Santos (debatedora) – Presidente do ISEPOL, Psicanalista membro da Escola Brasileira de Psicanálise/AMP, Pós-doutorado no Département de Psychanalyse de Paris VIII, Professora Associada III do Programa de Pós-graduação em Teoria Psicanalítica/UFRJ, Pesquisadora do CNPq.
§  Maria Cristina Antunes (expositora) – Psicanalista, Doutora em Teoria Psicanalítica/UFRJ, Coordenadora do grupo de pesquisa sobre obesidade crônica e obesidade mórbida do ISEPOL.
§  Maria Delzita Neves (expositora) – Endocrinologista, Especialista pela SBEN, Mestre em endocrinologia/UFRJ, Diretora da clínica CUIDAR Espaço Saúde.

Inscrições:
Valor: R$ 30,00
Através de depósito no banco Itaú, Ag. 3870 c/c 14239-9 (Associação Núcleo Sephora).
Enviar nome completo, endereço eletrônico e comprovante digitalizado para o e-mail mdecourt@fdecourt.com.br ou para o fax 2439-9808.

Vagas limitadas!
Apoio: Copa Dor Hospital